Agora é a vez da França emitir alerta contra as Câmeras de Bronzeamento

Dra. Juliana Rietjens fala sobre o perigo

Dra. Juliana

A Agência Nacional de Segurança Sanitária (Anses) da França pediu aos poderes públicos que “adotem todas as medidas para cessar a exposição da população aos raios UVA artificiais” ante o risco “demonstrado” de desenvolver câncer.

“Recomendamos suspender a atividade relacionada ao bronzeamento artificial, assim como a venda de dispositivos que emitem raios UVA com fins estéticos, especialmente aos particulares”, afirmou o diretor da Agência.

“Os dados científicos se acumulam, não há mais dúvida, há provas sólidas, o risco de câncer está demonstrado”.

A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classificou em 2009 os dispositivos de raios UVA (lâmpadas ou camas de bronzeamento) entre os agentes cancerígenos.

A Anses destaca que “não é possível fixar nenhum valor limite de radiação ou doses para proteger os usuários”. Além do risco de câncer, a radiação artificial “não prepara a pele para o bronzeado, não a protege das queimaduras do sol, não permite um aporte significativo de vitamina D”, como muitos asseguram. Além disso, provoca um envelhecimento da pele “quatro vezes maior” do que a exposição ao sol.

A Dra. Juliana Rietjens, médica dermatologista, lembra que o Brasil foi o primeiro país a proibir os raios UVA por completo em 2009, seguido pela Austrália. Este último país tem a maior taxa de melanoma – o câncer de pele mais agressivo – do mundo.

Nesta época do ano, é comum encontrarmos principalmente mulheres, preocupadas com a cor de sua pele e buscam formas milagrosas para um bronzeado perfeito. Muito cuidado! A pele necessita de proteção e cuidado. Use diariamente protetor solar e evite se expor das 10h às 16h, onde o sol está mais quente. E quanto às câmeras de bronzeamento: se existem pesquisas e países com proibição é melhor repensar. As pessoas que usaram cabines de bronzeamento ao menos uma vez antes dos 35 anos aumentam o risco de desenvolver um melanoma em 59%, segundo levantamento Francês.

Dra. Juliana Rietjens é médica dermatologista e atende na Saúde Center Clínica de Tapejara. Telefone 3344-3600.

Mamografia e o Câncer de Mama

(Dra. Daniela fala da importância de se autoconhecer)

Dra. Daniela

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura.

A Dra. Daniela Maris Piccoli, médica ginecologista e obstetra, lembra: É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica.

A orientação atual é que a mulher faça a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem necessidade de uma técnica específica de autoexame, em um determinado período do mês, como preconizado nos anos 80. Essa mudança surgiu do fato de que, na prática, muitas mulheres com câncer de mama descobriram a doença a partir da observação casual de alterações mamárias e não por meio de uma prática sistemática de se autoexaminar, com método e periodicidade definidas.

A detecção precoce do câncer de mama pode também ser feita pela mamografia, quando realizada em mulheres sem sinais e sintomas da doença, numa faixa etária em que haja um balanço favorável entre benefícios e riscos dessa prática (mamografia de rastreamento).

A recomendação no Brasil, atualizada em 2015, é que a mamografia seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. Essa é também a rotina adotada na maior parte dos países que implantaram o rastreamento do câncer de mama e tiveram impacto na redução da mortalidade por essa doença.

Os benefícios da mamografia de rastreamento incluem a possibilidade de encontrar o câncer no início e ter um tratamento menos agressivo, assim como menor chance de morrer da doença, em função do tratamento oportuno.

Mas, segundo Dra. Daniela, é muito importante que as mulheres se toquem, se conheçam e visitem regularmente seu médico. A prevenção é a dica.

Dra. Daniela Maris Piccoli é ginecologista e obstetra e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Infertilidade feminina

(Dr. Mario Blaya comenta sobre as novidades na área)

Dr. Mario

A infertilidade (incapacidade de conceber após um ano de tentativas) é um problema bastante comum, pois atinge 15 % da população e é motivo de grande preocupação e angustia dos casais.

Ao contrário de décadas passadas, os filhos vinham quando a mulher tinha entre 20 e 30 anos, hoje a maternidade é pensada entre os 30 e 40 anos, pois as mulheres têm priorizado a carreira, a estabilidade financeira e afetiva. Mas o avanço da idade feminina diminui a fertilidade e, devido a isto, há uma demanda crescente por tratamentos para engravidar.

Segundo Dr. Mario Blaya, médico ginecologista e obstetra, as causas de origem feminina contribuem com 40% dos casos, masculinas, 30% e, em 30% dos casais há a associação de problemas femininos e masculinos. Entre as causas femininas, as principais são a endometriose, a síndrome dos ovários policísticos, comprometimento das trompas e idade avançada. Outros fatores também contribuem para a dificuldade de engravidar como qualidade de vida, estresse, fumo, álcool, alterações de peso e dieta.

Recente estudo revelou que mulheres com níveis hormonais relacionados ao estresse (alfa-amilase) têm risco duas vezes maior de ter infertilidade. O sobrepeso é outro fator isolado importante.

Caso toda a investigação do casal esteja normal e não se encontra a causa, se trata igualmente, iniciando com tratamentos de menor complexidade e avançando conforme a necessidade. Embora atualmente muitos dos casos descritos antigamente como “sem causa aparente”, já tem diagnóstico e tratamento específico, com o avanço do conhecimento.

Entre os tratamentos existentes, é possível tratamentos de menor complexidade, como, correção das alterações hormonais da tireoide ou dos níveis de prolactina o acompanhamento por ecografias seriadas da ovulação, a indução da ovulação com medicações via oral (clomifeno), ou a inseminação intrauterina, quando o sêmen é depositado diretamente dentro do útero. A fertilização in vitro é indicada para casos mais complexos ou quando tratamentos prévios não funcionaram. Esta técnica, em que o embrião é produzido após o encontro do óvulo com o espermatozóide no laboratório e posteriormente é depositado no útero, é onde atualmente existem os melhores resultados nos casais com infertilidade.

Dr. Mario lembra que a dificuldade em engravidar é muito comum nos dias de hoje e é um problema com grande impacto emocional na vida das pessoas e no relacionamento do casal. Este problema pode ser resolvido muitas vezes com medidas simples pelo ginecologista, porém há um momento em que é necessária a avaliação de um especialista para indicar a necessidade de técnicas mais avançadas de reprodução assistida.

Dr. Mario Blaya, ginecologista e obstetra, integra o corpo clinico da Saúde Center Clínica de Tapejara.

Saúde e expectativa de Vida

Dr. Johnny D. Zoppas comenta o assunto

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As histórias bíblicas dizem que Cristo teria morrido aos 33 anos. A média de expectativa de vida no Império Romano era de 30 anos. Até o século 19, o chinês vivia os míseros 30 anos dos romanos. Não era muito diferente o destino dos europeus até o século 18.

Foi só no final dos anos 1900 que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, embora se mantivesse nos mesmos patamares no resto do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje, os países mais pobres têm expectativa média de vida semelhante às dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Dr. Johnny D. Zoppas esclarece que a cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou na Índia e quase quadruplicou na Coreia do Sul. No Brasil, uma criança que completasse 10 anos de idade em 1950, podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos 10 anos em 2015, devem viver mais 67 anos.

Zoppas acrescenta que esses aumentos de longevidade aconteceram graças à ciência, à tecnologia e aos avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado da aplicação de ideias novas no campo da saúde individual e coletiva e dos benefícios trazidos pelo aumento de produtividade, que possibilitaram melhores condições de moradia, nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e a descoberta dos antibióticos.

A divulgação das teorias que identificaram os germes como causadores de doenças a partir dos últimos anos do século 19, foi crucial na mudança do comportamento individual e na infraestrutura de saúde pública. O mesmo ocorreu com as medidas tomadas contra o fumo, na segunda metade do século 20.

O mundo abriga hoje cerca de 500 mil pessoas centenárias, número que deverá duplicar de dez em dez anos, mas cabe a cada um de nós cuidar do corpo da melhor forma possível.

“Com certeza você não vai querer chegar aos cem anos com a aparência de quem tem 200”! Comenta Dr. Johnny D. Zoppas, clínico geral e cirurgião, integrante do corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara.

Brasileiras triplicam busca por congelamento de óvulos para adiar maternidade

(Dr. Mario Blaya fala sobre o assunto)

Dr. Mario

A alternativa de adiar um pouco o sonho da maternidade e congelar os óvulos das mulheres é uma técnica existente há mais de dez anos e cada vez mais comum diante da mudança de comportamento.

Uma pesquisa em seis clínicas de reprodução assistida em São Paulo e no Rio de Janeiro confirma essa tendência de aumento de casos de congelamento para preservar a fertilidade.

Idade certa

Os especialistas em reprodução assistida recomendam que a mulher que pretende adiar a gravidez congele seus óvulos até os 35 anos, enquanto eles são mais novos e possuem mais qualidade.

Apesar disso, a idade média das mulheres que têm procurado o serviço gira em torno de 37,7 anos. “O ideal mesmo seria congelar esses óvulos antes dos 30 anos, mas nessa idade ninguém está pensando nisso ainda”, afirma o Dr. Mário Blaya, médico ginecologista e obstetra.

O principal problema de procurar a técnica mais tarde, explica Dr. Mario, é ter de submeter a paciente a mais de um ciclo de coleta e o risco de os óvulos não terem mais a qualidade necessária. Os médicos sugerem congelar pelo menos 15 óvulos.

“A mulher de 40 anos tem menos estoque ovariano, então é possível que ela tenha de se submeter ao procedimento mais de uma vez para conseguir coletar uma quantidade mínima e segura de óvulos”, diz o médico.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale e divulgada no começo do mês passado durante o congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Barcelona, confirmou que a falta de um parceiro ou um relacionamento estável são os principais motivos para as mulheres buscarem ajuda em uma clínica de reprodução.

A dica do Dr. Mario Blaya é: Se você pensa na maternidade e vê os anos passarem tão depressa, comece a pensar nas possibilidades que a medicina oferece. Cada vez mais pesquisadores desenvolvem novas tecnologias a favor da maternidade. Busque orientações com seu ginecologista.

Dr. Mario Blaya – ginecologista e obstetra – integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Telefone 3344-3600.

Infecção por Rotavírus

(Dra. Elenice fala sobre a doença)

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Rotavírus é um vírus que causa uma forte diarreia e vômitos, uma infecção chamada Rotavirose que afeta especialmente bebês e crianças pequenas, entre 6 meses e 2 anos de idade, que se transmite muito facilmente de uma criança para outra.

A doença dura cerca de 8 a 10 dias e os sintomas podem surgir de forma repentina e o principal tratamento é evitar que a criança fique desidratada. Segundo a médica pediatra Dra. Elenice Mariotto Blaya, não é recomendado dar à criança alimentos ou remédios que prendem o intestino antes dos primeiros 5 dias da diarreia porque é necessário que o vírus seja eliminado através das fezes, caso contrário poderá haver complicações.

A Vacina Contra Rotavírus é a melhor forma de proteger a criança desta terrível diarreia.

Os sintomas da infecção pelo rotavírus costumam surgir de forma repentina. Inicialmente a criança pode parecer um pouco mais quieta ou reclamar de dor na barriga, até que haja o primeiro episódio de diarreia e vômito, além da febre alta de 39 a 40ºC.

Outro sintoma importante são os vômitos, no entanto, alguns bebês e crianças apresentam apenas diarreia, especialmente se ela não estiver muito afetada. Todavia algumas são gravemente afetadas pelo vírus e podem ficar desidratadas em poucas horas.

Os principais sinais de desidratação são a boca seca, lábios ressecados e olhos fundos, como se a criança estivesse muito cansada.

Até mesmo as crianças que são vacinadas podem ter essa doença, no entanto, numa versão mais leve, embora ainda possa haver vômitos e diarreia, a infecção é mais branda. A vacina contra o rotavírus não faz parte do calendário básico de vacinação do Ministério da Saúde, mas pode ser administrada após a prescrição do pediatra. Esta vacina é bastante eficaz e protege o bebê e a crianças de muitas estirpes diferentes do Rotavírus.

Tratamento para infecção por Rotavírus

O tratamento para infecção por Rotavírus pode ser feito com medidas simples que garantem que a criança não fique desidratada porque não existe um tratamento específico para esta virose. O pediatra poderá receitar um remédio para dor e febre.

Os pais devem cuidar da criança oferecendo água, suco de fruta, chá e refeições leves como sopas ou papinhas ralas para garantir que a criança recebe vitaminas, nutrientes e sais minerais para que possa se recuperar mais rápido. No entanto, é importante oferecer líquidos e alimentos em pequenas quantidades para que a criança não vomite logo a seguir.

Assim que iniciarem os sintomas, leve seu filho ao pediatra evitando a desidratação. Dra. Elenice Marioto Blaya é pediatra da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informe-se pelo telefone 3344-3600.

CRM 14476

RQE 23534

Falando sobre Hipertireoidismo…

(Dra. Morgana esclarece sobre a doença)

Julho de 2018 Dra Morgana Regina Rodrigues

O Hipertireoidismo ocorre quando há produção excessiva dos hormônios da tireoide (T3 e T4). Entre as causas estão a Doença de Graves, o bócio, a existência de um nódulo tóxico (que produz mais hormônio tireoideano que o necessário), Tireoidite Subaguda, Silenciosa ou pós-parto, ingestão excessiva de Iodo (Amiodarona – uso nas arritmias cardíacas) e a superdosagem de hormônio tireoideano.

Segundo a Dra. Morgana Regina Rodrigues, médica endocrinologista, em sua forma mais suave, não apresenta sintomas facilmente diagnosticáveis ou apenas distúrbios como fraqueza ou sensação de desconforto. Entretanto, em seu aspecto mais grave, a doença pode levar a morte. Há risco de a disfunção afetar a gravidez ou a fertilidade feminina, entre outros males.

Entre os principais sintomas estão: taquicardia, irregularidade no ritmo cardíaco, nervosismo, ansiedade, irritação, mãos trêmulas e sudoreicas, intolerância ao calor, queda de cabelo, fraqueza muscular, intestino solto, perda de peso importante, alteração no ciclo menstrual, aumento da probabilidade de aborto, olhar fixo, protusão ocular com ou sem visão dupla, risco de osteoporose.

O Diagnóstico é a partir de achados clínicos associado a exames laboratoriais. O tratamento inclui:

Terapia medicamentosa: ocorre diminuição na quantidade de produção de hormônio pela tireoide. A droga de escolha é o Metimazol; o Propiltouracil é utilizado no primeiro trimestre da gestação e após trocado para Metimazol em virtude de menores efeitos colaterais. Ambas as drogas controlam, mas podem não curar o hipertireoidismo.

Beta-Bloqueadores: estas medicações podem ser associadas para controlar sintomas como taquicardia, tremor e ansiedade.

Iodo Radioativo: Tratamento que cura o Hipertireoidismo, mas leva a destruição permanente da tireoide. Será necessária reposição de hormônio com levotiroxina para o resto da vida.

Cirurgia: remoção cirúrgica da tireoide (tireoidectomia) é uma solução permanente para o Hipertireoidismo, porém há risco de danos às glândulas paratireoides (responsáveis pelo metabolismo do cálcio) e o nervos da laringe (cordas vocais). Recomendado quando o tratamento medicamentoso não foi efetivo e a terapia com Iodo está contraindicada.

Na presença desses sintomas procure um endocrinologista para diagnóstico e avaliação de qual tratamento será o mais adequado.

A Dra. Morgana Regina Rodrigues é médica endocrinologista e atende na Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

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RQE 30699

 

Teste para dermatite de contato à disposição em Tapejara

(Dra. Juliana Rietjens explica como funciona o Patch test)

Dra. Juliana

A dermatite de contato se caracteriza pelo aparecimento de um eczema localizado na região do corpo em contato com agente externo. Em uma fase aguda pode provocar o aparecimento de coceira, eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e vesículas (pequenas bolhas). Numa fase subaguda há o rompimento das vesículas com formação de crostas e em uma fase crônica há um processo chamado liquenificação (a pele fica muito seca com descamação e com linhas de depressão). As substâncias que desencadeiam a dermatite de contato podem estar presentes no trabalho (dermatite de contato ocupacional), pode ser um cosmético, um medicamento, uma planta ou presente em atividades de lazer.

Segundo a Dra.Juliana Rietjens, médica dermatologista, a dermatite de contato acontece pela ação de substâncias sobre a pele que funcionam como irritantes primários (estão envolvidos mecanismos não alérgicos) ou substâncias que provocam lesões por mecanismos de hipersensibilidade (estão envolvidos mecanismos alérgicos).

Exemplos de dermatite de contato:

  • Face: esmalte de unha, perfumes, loções pós-barba, materiais em suspensão no ar (pó de cimento, tintas e vernizes), hidratantes, protetores solares e cosméticos
  • – Pálpebra: esmalte de unha, aro de óculos, colírios, cosméticos
  • – Pescoço: perfume, gravata, colares, casacos de pele
  • – Região peitoral: colares, sutiãs, sabões
  • – Axila: perfumes, talcos, desodorante e creme depilatório
  • – Mãos: luvas, anéis, moedas, volante de automóvel, gasolina
  • – Pés: sapatos (couro, borracha ou plástico), meias, medicamentos para os pés
  • – Relacionada a profissões: joalheiros (níquel, cromo, couro, ouro), médicos (borracha, látex), carpinteiros (serragem de pinho, alcatrão), cozinheiros (flavorizantes, condimentos), sapateiros (borracha, resina epoxi).

Como é realizado o teste

O teste de contato só pode ser feito por um dermatologista e é realizado diretamente na pele do paciente sendo considerado uma prova biológica “in vivo”. Consiste em colocar as substâncias específicas em contato com a pele do paciente, provocando uma exposição do paciente ao alérgeno e produzindo áreas de dermatite, ou seja, funciona como um teste de provocação ao contatante. É realizado em três etapas: num primeiro momento, 48 horas depois e 96 horas depois. Segundo Dra. Juliana, ao término das 96 horas é possível fornecer um laudo.

Uma vez identificada a causa da alergia o paciente deve evitar entrar em contato com a mesma. O médico especialista indicará alternativas quanto a sua proteção para melhorar sua qualidade de vida. Se você sofre de algum tipo de alergia, procure um dermatologista e peça mais orientações sobre o patch teste.

Dra. Juliana Rietjens é dermatologista e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Telefone 3344-3600.

Suspeitando de infarto devo levar o paciente a um hospital ou esperar os socorristas

(Dra. Mariza lembra que manter a calma é o primeiro passo)

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Em uma emergência como o infarto, cada segundo é vital. A vítima deve ser socorrida o mais rápido possível para que a artéria do coração seja desobstruída o quanto antes e se diminuam os riscos de sequelas. Por isso é importante que quem estiver próximo à vítima saiba agir com rapidez, caso o incidente ocorra em casa, no trabalho ou em qualquer local público.

Segundo a Dra. Mariza Garcia Rosa, cardiologista, a primeira orientação é reconhecer os sintomas do infarto. Os principais, que podem aparecer juntos ou isoladamente, são dor e sensação de “aperto” no peito, dor na região do estômago, suor frio e excessivo, palidez, náusea e falta de ar. É sempre bom que pessoas mais próximas, como parentes, conheçam o histórico familiar umas das outras, pois nesses casos é mais fácil identificar uma ocorrência de infarto. Uma vez reconhecidos os sintomas, leve imediatamente o paciente ao Hospital.

A Dra. Mariza orienta que caso o paciente seja levado por algum meio particular, mantenha-o em repouso em posição confortável, com ventilação, e transporte-o de maneira segura, sem manobras bruscas. Se notar que o paciente está piorando, peça para ele tossir, pois a medida eleva a frequência cardíaca e pode evitar uma parada cardíaca por bradicardia (batimentos cardíacos baixos).

A Dra. Mariza lembra que o tempo de socorro é muito importante para pacientes com sintomas de infarto. E que TEMPO é MÚSCULO. Isso quer dizer: Rapidez é essencial para salvar vidas em caso de infarto. O dado sobre a doença é alarmante: 950 pessoas morrem de infarto por dia no Brasil.

Dra. Mariza Garcia Rosa é cardiologista e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informe-se pelo telefone 3344-1185.

Alergia respiratória: conheça os sintomas e tratamentos

(Dr. Cesar Ricci fala sobre o tema)

Dr. Cesar Ricci

A alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico em relação a certas substâncias da natureza, que são chamadas de alérgenos. Essas reações são provocadas por substâncias habitualmente inofensivas para a maioria das pessoas.

A alergia respiratória envolve as vias aéreas superiores provocando rinite alérgica, e as vias aéreas inferiores desencadeando asma. Vários fatores ambientais influenciam o desenvolvimento dessas doenças respiratórias em indivíduos geneticamente suscetíveis.

Principais causas das alergias respiratórias

Os agentes que causam esse tipo de alergia são antígenos inalantes em suspensão no ar que penetram no organismo através das vias aéreas:

  • Ácaros da poeira doméstica
  • Fungos
  • Baratas
  • Epitélios de animais
  • Pólens.

Segundo Dr. Cesar Augusto Ricci, médico otorrinolaringologista, outros fatores podem desencadear ou agravar a rinite alérgica ou asma.

  • Mudanças climáticas
  • Infecção de vias aéreas superiores principalmente desencadeadas por vírus
  • Inalação de irritantes inespecíficos (odores fortes, de perfumes, produtos de limpeza, gás de cozinha, fumaça de cigarro (destaca-se o tabagismo passivo aonde a população infantil pode inalar partículas do cigarro), poluentes ambientais, inalação de ar frio e seco
  • Medicamentos como anti-inflamatórios não hormonais
  • Estresse e exercício físico podem desencadear crises de asma.

Como reconhecer uma alergia respiratória?

Os principais sintomas relacionados a rinite alérgica compreendem:

  • Obstrução nasal (entupimento nasal) de uma ou duas narinas
  • Espirros
  • Coceira nasal, acometendo também ouvidos, olhos, pálato, faringe, podendo apresentar inclusive um pigarro
  • Coriza, anterior ou posterior geralmente é transparente, podendo apresentar uma secreção pós-nasal, com limpeza constante da faringe
  • Coceira, lacrimejamento e vermelhidão da conjuntiva dos olhos podem estar associados à rinite alérgica, caracterizando a conjuntivite alérgica
  • Dificuldade para ouvir transitória (sensação de ouvido tapado)
  • Cefaleia, tosse, halitose, astenia, sonolência, irritabilidade, perda de apetite, dificuldade para dormir e para se concentrar em atividades escolares ou no trabalho.

O Dr.César lembra que este período é o que marca a maioria das alergias respiratórias, em virtude das mudanças climáticas e floração. Sempre consulte um profissional para orientá-lo sobre os procedimentos e medicamentos mais indicados para cada caso. Dr. César Augusto Ricci é médico especialista em otorrinolaringologia e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informe-se pelo telefone 3344-3600.

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