Frio aumenta em 30% os casos de infarto

Cardiologista Dra. Mariza faz um alerta

Dra. Mariza

No inverno, os índices de doença do coração aumentam em 30%, principalmente quando a temperatura está abaixo dos 14 graus. A informação é do Instituto Nacional de Cardiologia (INC).

A relação entre o coração e as baixas temperaturas ocorre porque, quando os receptores nervosos da pele sentem o frio, estimulam a liberação de uma substância que, dentre outros efeitos, contraem os vasos sangüíneos. Com isso, a pressão sangüínea aumenta, podendo levar a ruptura de placas de gordura no interior das artérias.

As pessoas que convivem com fatores de risco, como colesterol elevado, tabagismo e obesidade, devem evitar a variação súbita de temperatura, pois o choque térmico pode provocar, além do infarto, angina, arritmia e até acidente vascular cerebral (AVC).

A Cardiologista Dra. Mariza Garcia Rosa alerta que “o frio prejudica principalmente aqueles que já têm alguma doença cardíaca, mas pode prejudicar àqueles que não têm ou que ainda não sabem que possuem alguma enfermidade no coração”, afirma.

Lembrou que no inverno o aumento do número de infecções respiratórias sobrecarrega o sistema cardiovascular, o que gera aumento do risco de infarto agudo do miocárdio e AVC. Lembrou também que a vacinação contra a gripe é um meio de prevenção contra infecções respiratórias. Outras formas de se diminuir o risco de infarto são: evitar se expor desnecessariamente a temperatura muito fria sem avaliação cardíaca adequada; não fazer atividade física em regiões muito frias e evitar o fumo.

Outro fator que merece atenção é a variação súbita de temperatura. Conhecido como choque térmico, a transição de um ambiente muito aquecido para um lugar mais frio pode desencadear alterações cardíacas.

 Hipertensos e diabéticos correm mais riscos
As pessoas que sofrem de hipertensão e de diabetes correm mais riscos durante o inverno. Segundo Mariza, essas doenças atingem a circulação sangüínea e ficam mais intensas com a chegada do frio.

DICAS PARA TER UM CORAÇÃO SAUDÁVEL EM TODAS AS ESTAÇÕES

– Pratique atividade física regularmente

– Não fume

– Controle a pressão arterial, o colesterol e a glicose

– Tenha uma alimentação equilibrada, evitando as gorduras saturadas, preferindo frutas e vegetais frescos e a ingestão de peixe duas vezes na semana

– Procure seu médico ao menos uma vez ao ano e também quando sentir qualquer sintoma como dor no peito, palpitação e falta de ar.

A Cardiologista Dra. Mariza Garcia Rosa atende na Saúde Center Clínica em Tapejara. Informe-se e agende consulta pelo telefone 3344-3600.

Leite Materno fraco ?!?!

Dr. Gerson Peres comenta sobre alguns mitos

Dr. Gerson

Você já ouviu a afirmação: “o leite da mãe é fraco e o bebê precisou de complementação”. Esse tipo de mito reforça a falta de clareza sobre o tema.

A verdade é que: o leite materno é essencial para a saúde do bebê. No entanto, as estatísticas ainda mostram que metade das mães em fase de amamentação (até os 4 meses) não alimenta seus filhos exclusivamente com leite materno.

A culpa disso é a falta de informação. No dia a dia, embora todos saibam como esse leite é fundamental aos pequenos, alguns obstáculos e opiniões alheias acabam por fazer a mãe, que ainda está vivenciando um período de adaptação e de maior fragilidade, desistir de dar o peito.

 Dr. Gerson da Silveira Peres afirma: Não existe leite materno fraco! A afirmação tem fundamento científico. A qualidade desse leite é ideal ao bebê e a maior parte das mulheres é capaz de produzi-lo em quantidade suficiente e adequada para seu filho.

Esse mito do leite fraco, muitas vezes está associado ao excessivo choro do bebê, que parece querer mamar a toda hora (“Está com fome porque não se sente alimentado”).

As mães precisam ter consciência – e manter a calma nessa fase – de que nos primeiros meses o choro é a única forma de comunicação da criança. O bebê quer mamar a toda hora porque ele está aprendendo a fazer isso. Ele se cansa, para, dorme e, como não mamou tudo o que podia, pede novamente, abrindo o berreiro. É assim mesmo e muda depois de algum tempo. Tempo suficiente para ele aprender a dinâmica do mamar.

Outro aspecto que precisa ser considerado – e que leva o bebê a querer o peito muitas vezes – é que o leite materno tem uma digestão mais rápida do que o leite de vaca. Além disso, contém 250 substâncias de proteção ao bebê. Os especialistas afirmam que até o sexto mês de vida basta alimentar os pequenos com o peito. Depois desse período, aí, sim, é importante iniciar a complementação.

Um problema recorrente, que atrapalha a fase da amamentação, é quando os mamilos acabam machucados pela sucção do bebê. A dor é intensa e muitas vezes impede a mãe de dar o peito. Por isso, os mamilos precisam ser preparados ainda na gestação.

Mas, essa preparação precisa do acompanhamento de um médico. Passar bucha no peito não é recomendado, mesmo porque não faz qualquer efeito. O que a futura mãe precisa ter em mente é que o leite materno é importante, essencial e acreditar que seu corpo está preparado a produzi-lo na quantidade certa para seu filho.

É claro que no início pode acontecer de ter pouco leite, mas isso não tem a ver com a mulher, mas com a maneira como o bebê está sugando. Por isso, ela deve ser orientada de como o pequeno precisa pegar o seio (nunca só o bico, porque desse jeito o peito ficará machucado. Ele tem de abocanhar toda a aréola). O nervosismo da mãe também colabora para uma maior dificuldade nesse começo.

As futuras mamães devem pedir ao seu obstetra as informações necessárias para a preparação dos mamilos e ao pediatra as orientações necessárias para uma amamentação perfeita.

Dr. Gerson da Silveira Peres é Pediatra e atende na Saúde Center Clínica e Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Problemas que afetam a visão na Terceira Idade

Oftalmologista de Tapejara cometa sobre o assunto

Dr.Juliano Grandi

O tempo passa para todos nós. Sentimos os efeitos em nossa fisionomia, na cor e quantidade de cabelos, na nossa memória…

É claro que também há coisas muito boas na maturidade que o passar dos anos nos traz: torna: tornamo-nos mais sábios. Então é o momento de aproveitar a vida, mas para isso é preciso ter saúde. Estudos mostram que pelo menos 80% das doenças podem ser evitadas com medidas simples, como dieta balanceada e atividades físicas.

Infelizmente, existem alguns problemas de saúde que não podem ser evitados, mas conhecê-los e consultar o médico periodicamente pode fazer toda a diferença. Este é o caso de alguns problemas que afetam nossos olhos, principalmente quando a idade vai avançando.

SEU BRAÇO ENCOLHEU?

Por volta dos 40 anos, começamos a perder a capacidade de focar objetos que estão próximos. Este problema é chamado de presbiopia, também conhecida por “visão cansada”. Por conta dele, muitas pessoas que jamais usaram óculos ou lentes de contato começam a precisar deles.

Mas imagens turvas e embaçadas podem ser causadas por outros fatores, entre eles a catarata. A catarata, na maioria das vezes, vai gerando o embaçamento do cristalino (uma lente que fica dentro dos nossos olhos) aos poucos, podendo levar à cegueira. A doença é uma das principais causas de cegueira no mundo. Felizmente, por meio de cirurgia que substitui o cristalino doente por uma lente artificial, é possível recuperar a visão, diminuiu a necessidade de óculos ou até mesmo livrar-se deles.

Além do envelhecimento, a catarata pode ser causada pelo uso incorreto de colírios, como conseqüência de um trauma ocular, inflamações, ou doenças como o diabetes.

Ainda há outro tipo, chamado de catarata congênita que acomete os bebês, desde o nascimento. Entre as causas da catarata congênita estão a rubéola, a sífilis ou toxoplasmose durante a gestação.

O DIABETES também afeta seriamente os olhos. O diabético tem maior tendência ao desenvolvimento de diversas complicações, entre elas, a retinopatia diabética. As estatísticas chegam a ser alarmantes: a predisposição dos diabéticos a se tornarem cegos chega a ser 25 vezes maior do que a das pessoas sem a doença.

O Oftalmologista Dr. Juliano Grandi lembra: a detecção precoce dos problemas de visão, quem ocorrem mais comumente na terceira idade, é muito importante para determinar o tratamento eficaz, e com isso não comprometer sua qualidade de vida. Por isso, é tão importante manter uma programação regular de exames com seu oftalmologista.

Dr. Juliano Grandi atende na Saúde Center Clínica de Tapejara.  Informe-se e agende um horário pelo telefone 3344-3600.

 

O que faz um endocrinologista

Especialidade já está disponível na Saúde Center Clinica de Tapejara.

Dra. Morgana - endocrinologista

Endocrinologista é o médico que cuida das alterações de glândulas e hormônios. Os hormônios ativam e regulam atividades essenciais do nosso corpo. Zelar por seu bom funcionamento é o papel do endocrinologista.

Esse profissional trabalha com distúrbios hormonais diversos, de peso e de crescimento, entre muitos outros.

O endocrinologista é o médico que cuida do sistema endócrino e suas secreções. Sistema endócrino é aquele formado pelas glândulas endócrinas, como tireóides, hipófise, pâncreas, testículos e ovários. E suas secreções nada mais são do que os chamados hormônios.

Quando as glândulas endócrinas sofrem alguma alteração, isso se reflete na produção de hormônios. Essas alterações hormonais são responsáveis por uma série de doenças e distúrbios em nosso corpo. Os hormônios regulam, por exemplo, funções tão importantes como o crescimento e a reprodução. Veja alguns dos problemas mais comuns causados pela falta ou excesso de hormônios:

  • Obesidade
  • Diabetes
  • Hipotireoidismo
  • Hipertireoidismo
  • Ovários policísticos
  • Andropausa
  • Menopausa
  • Osteoporose
  • Disfunções do crescimento

Saiba mais sobre a atuação do médico endocrinologista. Entre em contato com a Saúde Center Clínica e agende uma consulta com a Dra. Morgana Regina Rodrigues, pelo telefone 3344-3600.

O teste do pezinho para proteger seu bebê

O exame tem como objetivo detectar doenças capazes de afetar o desenvolvimento

elenice

Algumas gotinhas de sangue retiradas do calcanhar do bebê nos primeiros dias após o seu nascimento são capazes de salvar a vida do pequeno. Estamos falando do teste do pezinho, um exame importante para diagnosticar precocemente enfermidades que, muitas vezes, demoram para apresentar os primeiros sintomas. Quando elas dão as caras, pode já ser tarde demais para reverter os danos causados.

A realização do teste do pezinho é obrigatória e assegurada por lei desde 1992. Em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal, que garante que o exame seja realizado em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde 2013, alguns estados passaram a contar com a versão ampliada do teste, que detecta seis doenças ao invés de quatro.

Como é feito o exame

“Com a retirada de algumas gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido“, explica a Pediatra Dra. Elenice Mariotto Blaya. Esse local é cheio de vasos sanguíneos, o que facilita a coleta. É importante que o teste do pezinho seja feito entre dois e cinco dias após o nascimento, quando o bebê já está recebendo leite.

Doenças detectáveis

Em sua versão básica, garantida pelo SUS, o teste do pezinho diagnostica quatro patologias metabólicas e genéticas: a Fenilcetonúria, o Hipotireoidismo Congênito, a Anemia Falciforme (e demais doenças do sangue) e a Fibrose Cística.

Na rede privada, a maioria das maternidades oferece o teste ampliado, que na versão conhecida como PLUS detecta mais seis doenças, além das mencionadas na versão básica, entre elas, toxosplamose congênita e hiperplasia adrenal congênita. Há ainda o teste Super, que é capaz de diagnosticar até 48 patologias.

Dra. Elenice M. Blaya lembra que o Ministério da Saúde instituiu 6 de junho como o Dia Nacional do Teste de Pezinho, para lembrar a importância do exame. Dra. Elenice, pediatra, atende na Saúde Center Clínica. Informações pelo telefone 3344-3600.

A importância do pré-natal para a mãe e o bebê

Daniela

A gravidez é um período de muitas mudanças físicas e emocionais para a mulher. Tudo o que a futura mamãe faz ou deixa de fazer durante os nove meses de preparo para o parto tem grande influência na saúde do bebê. É por essa razão que é tão importante receber acompanhamento médico nos meses que antecedem o nascimento da criança e seguir o pré-natal à risca.

O pré-natal funciona como uma medida eficaz para prevenir e identificar problemas de saúde ou complicações mais sérias que coloquem a vida da mãe e do bebê em risco. As visitas periódicas ao médico permitem monitorar o crescimento da barriga, as alterações de pressão da gestante, entre outras medidas que asseguram uma gravidez saudável.

Com o acompanhamento, a gestante pode se sentir mais segura sobre o que está acontecendo com seu corpo, com a saúde de seu bebê e se algum problema for identificado, pode receber os cuidados necessários para que ele não se agrave.

Segundo Dra. Daniela Maris Piccoli, Ginecologista e Obstetra, o ideal é que a mãe consulte pelo menos três meses antes de engravidar, a fim de realizar exames e iniciar suplementação de ácido fólico para diminuir os riscos gestacionais. Após a mulher deverá consultar assim que confirmar a gravidez.

Em média, uma gravidez dura quarenta semanas. Inicialmente, as consultas do pré-natal devem ser mensais, depois passam a ter intervalos menores, dependendo de cada caso. Geralmente, a partir da 32ª/33ª até a 37ª semana elas se tornam quinzenais e a partir da 40ª semana, com a proximidade do parto, as visitas ao médico devem ser semanais. Após esse período, a gestante precisa ser acompanhada pelo obstetra a cada dois ou três dias.

Nas primeiras consultas do pré-natal são feitos alguns exames básicos, pois  permitem identificar doenças, infecções ou disfunções, como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis de mãe para filho através do sangue, como a AIDS e a sífilis.

Durante o pré-natal a mulher também recebe informações para ter uma gravidez saudável, como a importância de seguir uma dieta balanceada para não ganhar peso em excesso, praticar atividades físicas e evitar o vício do álcool e do cigarro.

A Dra. Daniela Maris Piccoli, Ginecologista e Obstetra, atende na Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Meninos de 11 a 15 anos podem se vacinar contra o HPV

Pais devem ficar atentos quanto às idades

dr. gerson

O papilomavírus humano é o causador de uma doença sexualmente transmissível chamada HPV. Ela é de difícil cura e se manifesta através de sintomas como verrugas que surgem na região genital após o contato íntimo com um indivíduo infectado. Seu tratamento é feito com o uso de medicamentos e cirurgias de cauterização e dura em média 2 anos, embora os sintomas desapareçam um pouco antes.

O HPV é também conhecido por: condiloma acuminado, verrugas genitais, crista de galo, figueira e cavalo de crista.

A SBIM (Sociedade Brasileira de Imunologia) e a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) orientam em seus calendários de vacinação três doses para meninos e meninas a partir de 9 anos de idade. No esquema zero – 2 meses – 6 meses de intervalo, que podem ser feitas em clínicas particulares de vacinação.

O Ministério da Saúde adotou outro esquema: O Ministério da Saúde anunciou neste mês a ampliação da faixa etária de meninos que podem ser vacinados contra o HPV. A partir de agora, os jovens entre 11 e 15 anos incompletos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias) também receberão a vacina contra o Papiloma Vírus Humano.

Em 2018, também serão incluídos os meninos de dez anos no sistema de imunização.

A definição da faixa etária, segundo o Ministério, tem como objetivo proteger as crianças antes do contato com o vírus. A vacina é aplicada em doses, sendo que a segunda deve ser com um intervalo mínimo de 6 meses e máximo de um ano.

Até 2016, apenas as meninas recebiam doses da vacina, mas o público-alvo foi estendido para tentar diminuir o registro de câncer de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. De 2014 até o início de junho deste ano, 17,5 milhões de doses da vacina contra o HPV foram aplicadas na população feminina de todo o país.

As vacinas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde. As doses disponibilizadas para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Ela protege contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

A vacina administrada pelo SUS é segura e tem poucos efeitos colaterais porque ela já foi administrada a muitas pessoas, de diversos países e ainda não existem estudos científicos que comprovem efeitos secundários graves relacionados ao seu uso.

O Pediatra Dr. Gerson da Silveira Peres lembra que essas orientações foram adotadas pelo Ministério da Saúde e se referem à Saúde Pública, porque no calendário oficial da SBIM e SBP são previstas 3 doses a partir dos 9 anos de idade.

Dr. Gerson atende na Saúde Center Clínica, em Tapejara. Informe-se e agende consulta pelo telefone 3344-3600.

 

As vantagens da Mamografia Digital

Exame preventivo é a principal arma contra a doença

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O câncer de mama é o segundo tipo de tumor de maior incidência no mundo, correspondendo a 22% dos novos casos a cada ano. Realizar exames preventivos é fundamental para diagnosticar e tratar a doença na fase inicial, aumentando as chances de cura. Entre as ferramentas avançadas para a investigação de lesões na mama está a mamografia digital.

Um dos serviços oferecidos pela Saúde Center Diagnóstico por Imagem, a Mamografia Digital utiliza o sistema em tela de alta resolução com receptor para capturar e registrar as imagens do órgão. Com o sistema computadorizado, o radiologista pode obter imagens ampliadas e com mais contraste, para obter mais informações sobre as lesões.

Os recursos avançados e as imagens de alta qualidade da mamografia digital oferecem vantagens, como a maior possibilidade de detectar nódulos microscópicos e pequenas alterações, principalmente em seios volumosos, com tecidos mamários muito firmes ou densos. O sistema registra a imagem com qualidade mais apurada e em poucos segundos, o que reduz o número de repetições de exame e a paciente fica menos exposta ao raio-x.

Para que serve a mamografia

A mamografia é indicada para todas as mulheres acima de 40 anos como exame de rotina para verificar se existe algum nódulo maligno que possa indicar câncer de mama. Assim, a mamografia digital serve para:

  • Identificar lesões benignas na mama;
  • Despistar a existência de câncer da mama;
  • Avaliar o tamanho e tipo de nódulos da mama.

O laudo da mamografia é interpretado por um médico radiologista onde depois a paciente deve mostrar para o médico que solicitou o exame, para assim receber o diagnóstico. Aqui em Tapejara, a Saúde Center Imagem possui uma equipe de 7 especialistas em radiologia que interpretam os exames realizados.

Idade recomendada para o primeiro exame

A mamografia digital, assim como a convencional, deve ser realizada por todas as mulheres acima de 40 anos como exame de rotina, e nos casos com histórico familiar ou indicação médica pode ser realizada antes dessa idade.

A ultrassonografia de mamas também pode ser indicada em alguns casos, e complementa o exame de mamografia.

Na Saúde Center Diagnóstico por Imagem você encontra disponível os exames de Mamografia Digital e Ultrassonografia de mamas, com aparelhos modernos que oferecem mais qualidade na imagem e uma equipe de especialistas em radiologia e ultrassonografia que contribuem para um laudo mais preciso e conclusivo.

Está junto à Saúde Center Clínica, em Tapejara. Telefone 3344-3600.

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Conheça o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

Médico Psiquiatra ensina a identificar os sintomas

Dr. Paulo Lague

A ansiedade é um mecanismo de defesa do ser humano e, quando bem dosada, permite que a pessoa se prepare antecipadamente para determinada situação. Sem ela, o indivíduo ficaria totalmente vulnerável aos perigos e ao desconhecido. Porém, ao mesmo tempo em que a ansiedade pode ajudar na preparação e até estimular a ação, ela também pode paralisar e impedir a reação.

Quando a ansiedade surge repentinamente, em momentos em que não há nenhum risco real ou quando é desproporcional à situação vivida no momento, ela pode ser considerada patológica. Os distúrbios de ansiedade são o tipo mais comum de distúrbios psiquiátricos.

O QUE É:

O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é o tipo mais amplo de ansiedade. Uma pessoa é diagnosticada com TAG quando apresenta pensamentos ansiosos por pelo menos seis meses, acompanhada por sintomas físicos e prejuízos no dia a dia.

No Transtorno de Ansiedade Generalizada, o indivíduo se preocupa antecipadamente e de forma desproporcional, sendo que esta preocupação geralmente está associada a situações que podem nem ser reais. Pessoas que sofrem de TAG sentem que as preocupações não acabam, passando de um problema para outro e se preocupando excessivamente com eles.

– O Dr. Paulo Lague, psiquiatra, ensina como reconhecer os SINTOMAS:

Pessoas que sofrem de TAG apresentam alguns dos seguintes sintomas:

– Preocupações constantes sobre todas as coisas;

– Medo excessivo de ser criticado, humilhado e julgado;

– Falta de capacidade para controlar os pensamentos e preocupações;

– Dificuldade para lidar com imprevistos e incertezas;

– Necessidade de controlar tudo e todos;

– Planejamento em excesso;

– Tendência a sempre esperar que o pior aconteça;

– Incapacidade de se livrar das preocupações, mesmo sabendo que a ansiedade é mais intensa do que a situação exige;

– Hábito de encontrar outro problema imediatamente após se livrar de uma preocupação;

– Incapacidade de relaxar;

– Dificuldade de manter a concentração e o foco;

– Dificuldade para dormir e manter o sono, porque a mente fica muito ativa;

– Tensão, dor de cabeça, rigidez muscular ou dores no corpo constantes;

– Sentimento de inquietação;

– Problemas de estômago, náuseas, diarréia e fadiga;

– Tremedeira, sudorese, taquicardia e falta de ar.

O Dr. Paulo Lague lembra que é possível obter a melhora completa dos sintomas de ansiedade com o tratamento adequado. Além disso, a melhora é mais rápida e mais completa quando o tratamento é iniciado o mais precocemente possível.

O psiquiatra Dr. Paulo Lague Júnior atende na Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Dr. Paulo Lague – CREMERS 30.052

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Exercícios físicos cada vez mais presentes nas indicações médicas

Cadiologista de Tapejara comenta sobre as novidades

Dra. Mariza

O receituário médico do futuro será diferente. Além de sair do consultório com a prescrição de anti-inflamatórios, analgésicos e vasodilatadores, o paciente também levará um aconselhamento da atividade física ideal para manter – ou recuperar – sua saúde.
Não estamos falando da típica orientação “você precisa fazer exercícios físicos”, e sim de uma direção clara da melhor forma de se movimentar para prevenir e tratar condições médicas já diagnosticadas ou para as quais tenha predisposição. Algo como a indicação de caminhada + ioga, ou corrida de longa distância + crossfit, por exemplo.

Pelo menos é nisso que apostam médicos e cientistas dedicados a descobrir exatamente como a atividade física age no corpo humano. Você já pode se beneficiar de algumas dessas descobertas.  A Dra. Mariza Garcia Rosa, Cardiologista da Saúde Center Clínica revela alguns resultados destas pesquisas:
Alzheimer (Corrida de longa distância):
Estudos em animais e pessoas têm mostrado que a atividade física é capaz de reduzir as perdas de massa branca e cinzenta do cérebro relacionadas à idade e aumentar a criação de novas células em um cérebro já maduro. O que as novas pesquisas desvendaram é que a corrida de longa distância é a ideal para essa finalidade – o que a torna adequada para pacientes com potencial para o mal de Alzheimer ou em níveis iniciais da doença. Em estudos com animais, a corrida longa demonstrou duplicar e até triplicar o número de novos neurônios que aparecem no hipocampo, uma área-chave do cérebro para a aprendizagem e a memória, em comparação ao cérebro dos animais que permaneceram sedentários. Quanto maior a distância, maior o número de novos neurônios.
– Disfunção erétil ( Caminhada e ioga)
Apenas 30 minutos de caminhada por dia são capazes de reduzir em 41% o risco de disfunção erétil. É o que aponta um estudo da Universidade Harvard. Exercícios para o assoalho pélvico são comuns na prática da ioga.

Artrose no joelho (Caminhada e musculação)
O tratamento conservador para a artrose é baseado em quatro pilares: alongamento, fortalecimento, controle motor (equilíbrio) e perda de peso. “Muitos pacientes com artrose dos joelhos, quadris e lombar mantêm a doença controlada através de exercícios. A hidroginástica é muito utilizada pelo baixo impacto, porém diversos estudos mostram que caminhadas diárias também trazem benefícios, pois melhoram a lubrificação e a nutrição das cartilagens”, explica o ortopedista Sérgio Maurício. Atividades como pilates, ioga e musculação contribuem muito para o ganho de força e controle motor.

Dores na coluna e hérnia de disco (Natação e pilates ou treinamento funcional)
“Muitos pacientes portadores de degenerações na coluna ou hérnias de disco são completamente assintomáticos”, diz o ortopedista Sérgio Maurício. Para evitar e tratar o mal, invista em perda de peso através de atividades aeróbicas e fortalecimento muscular, principalmente  com ênfase no abdome e na região lombar.

Câncer  (Musculação, pilates e caminhada intervalada)
“Quem está em tratamento contra um câncer sofre perda de peso intensa, além de fadiga e falta de força”. Com liberação médica, o exercício de força pode prevenir a perda muscular acentuada e melhorar a sensação de fadiga. A musculação bem dosada, ioga, pilates e caminhada intervalada com trote mantêm a disposição.

Labirintite e outras desordens do equilíbrio (Tai chi chuan e ioga)
Apesar da vontade incontrolável de permanecer imóvel, a melhor forma de encarar esses distúrbios é colocar a estabilidade à prova. O resultado de dois estudos provou que as modalidades aumentam potencialmente o equilíbrio.

Parkinson, diabetes, doenças pulmonares e cardíacas (Treinamento intervalado de alta intensidade– HIIT)
Diferentemente do que se acreditava até agora, portadores desses males não estarão eternamente presos a atividades físicas monótonas. Estudos sugerem que o HIIT não só é seguro para a maioria dos doentes. Os pesquisadores descobriram que levar o corpo próximo ao limite por períodos muito breves, intercalados com períodos de descanso, traz mais benefícios para a melhoria cardiovascular, respiratória, metabólica e das funções mecânicas.
Dra Mariza lembra que além de exercícios físicos, uma alimentação balanceada é essencial para manter uma vida saudável. Procure seu médico regularmente !
A Cardiologista Dra. Mariza Garcia Rosa atende na saúde Center Clínica e realiza Ecografia Cardíaca e Ecografia Vascular. Informações pelo telefone 3344-3600.