Lipoaspiração

(Dr. Bruno - Cirurgião Plástico explica)

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A lipoaspiração é uma das cirurgias mais realizadas no mundo, com o objetivo de remover a gordura localizada em diversas áreas do corpo, como: abdome, flancos, costas, braços e coxas.

Essa cirurgia é feita em aproximadamente 2 a 3 horas.  Algumas pessoas (mesmo saudáveis e praticantes de atividade física) possuem um corpo com contornos desproporcionais em virtude da gordura localizada, nesses casos a cirurgia de lipoaspiração pode ser uma boa opção.

Quando surgiu esse tipo de cirurgia, o procedimento resumia-se apenas em retirar a gordura do corpo do paciente, mas com o avanço dos estudos e a modernização das técnicas surgiu a #lipoescultura ( Cirurgia em que a gordura retirada na lipoaspiração pode ser transferida para outras partes do corpo, proporcionando maior volume em outras regiões, como por exemplo, o glúteo).

Esse procedimento é muito procurado, pois não existe rejeição do corpo ao material injetado, já que é utilizada a gordura do próprio paciente e não algum material sintético.

Como evitar crises de alergia respiratória em crianças

Dra. Elenice Mariotto Blaya detalha o tema

Dra. Elenice - esta

As alergias podem surgir em qualquer idade, mas é comum que comecem já na infância. A mais recorrente das que afetam o aparelho respiratório é a rinite alérgica. Congestão nasal, coriza, tosse, irritação no nariz, na garganta e nos olhos são sintomas comuns.

Eventualmente, esses sintomas podem ser confundidos com os de um resfriado. Contudo, segundo a Dra. Elenice Mariotto Blaya, médica pediatra, o resfriado pode causar febre baixa e momentânea e dura menos de uma semana, enquanto as alergias podem permanecer por mais tempo e são mais frequentes, pois ocorrem sempre que a criança se expõe aos alérgenos (mais presentes nas estações mais frias, visto que nessa época é comum ficarmos mais tempo em locais fechados e com aglomeração de pessoas).

Além da poeira e dos ácaros, outras substâncias que são gatilhos comuns são mofo, fungos, pelos de animais, pólen, produtos de limpeza, inseticidas, fumaça de cigarro e perfumes. A melhor forma de evitar as crises é reduzir ao máximo a exposição a esses agentes:

  • Troque e lave a roupa de cama semanalmente, pois ela acumula muitos ácaros;
  • Evite usar tapetes, cortinas e outros objetos que concentrem pó facilmente;
  • Mantenha os ambientes bem arejados e expostos ao sol sempre que possível;
  • Utilize aspirador de pó e pano úmido para limpeza ao invés de vassoura e espanador;
  • Não deixe muitos bichos de pelúcia no quarto da criança.

Além dos cuidados com o ambiente, existem medicamentos que aliviam os sintomas e até vacinas antialérgicas que servem para reduzir o nível de sensibilidade do paciente aos agentes desencadeantes. Mas a Dra. Elenice alerta: é necessário consultar um médico para investigar a causa e receber as orientações e opções de tratamento mais adequadas para cada indivíduo. No caso da vacina, por exemplo, existem contraindicações que levam em conta um exame criterioso do paciente. O ideal é evitar as crises com as medidas preventivas.

Dra. Elenice Mariotto Blaya é integrante do corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

A importância dos exames de rotina

Dra. Luiza Mainardi explica

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É muito comum, na prática médica, o atendimento de pacientes que desejam fazer um “check up”.  Porém, não existe uma lista universal que deva ser solicitada para todos. Exames de sangue e o exame físico devem ser direcionados para as queixas, sinais e sintomas que o paciente apresenta, considerando também o histórico de doenças do próprio paciente e de familiares, sobretudo os pais. Como exemplo de doenças a considerar podemos citar a hipertensão arterial (“pressão alta”), diabetes, hipo/hipertireoidismo, dislipidemia (aumento dos níveis de colesterol), entre outros, especialmente histórico de tumores.

Segundo a Dra. Luiza Seganfredo Mainardi, resultados anormais em pacientes jovens são raros e devem despertar atenção, principalmente quanto à mudanças de hábitos, como os alimentares. Resultados normais não excluem a necessidade do cuidado com alimentação e atividade física.  Em pacientes a partir dos 40 anos, os exames são importantes para diagnosticar/fazer o acompanhamento de doenças, ressaltando a importância do cuidado com o estilo de vida.

Lembra que o tempo necessário para a repetição dos exames dependerá do resultado do exame físico e laboratoriais solicitados na primeira consulta, o que será decidido pelo seu médico.

A médica enfatiza: Mantenha o hábito de praticar atividades físicas e alimentar-se de forma saudável, melhorando sua qualidade de vida e reduzindo a necessidade de tratamentos medicamentosos”.

Procure seu médico e informe-se!

Dra. Luiza Seganfredo Mainardi é médica clínica e cirurgia geral e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Vacina contra o HPV: Imunização para prevenir vários tipos de câncer

Dra. Daniela fala sobre a importância da vacina

 Dra. Daniela

Ter uma vacina que evite o câncer parece um sonho distante – mas o que algumas pessoas não sabem é que existe uma vacina que pode evitar pelo menos alguns tipos de câncer: de colo de útero, vulva, pênis, ânus e orofaringe (garganta – área em que vem aumentando a incidência de tumores no mundo todo, inclusive no Brasil). “Existem mais de 200 tipos de HPV, mas nem todo vírus do HPV é ruim. Há quatro muito perigosos. E temos duas vacinas, a bivalente e a quadrivalente, que cobre quatro subtipos perigosos: 6, 11, 16 e 18”, explica a médica ginecologista e obstetra Daniela Maris Piccoli. “As duas vacinas protegem com bastante eficácia, quase 80 a 90% alguém que nunca teve exposição ao vírus”.

Segundo Dra. Daniela “O câncer de colo de útero é o quarto tumor mais comum da mulher e é responsável por mais de 260 mil mortes por ano no mundo todo. Vidas que podem ser poupadas se a gente conseguir fazer uma vacinação em massa”.

Segundo o Ministério da Saúde, o HPV causa cerca de 16 mil casos de câncer de colo de útero por ano no Brasil. Foram registradas 5.700 mortes no país por esse tipo de tumor em 2015, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A boa notícia é que a vacinação contra o HPV está disponível no Sistema Único de Saúde.

“A vacinação é uma forma de prevenção a essas doenças que matam ou trazem sequelas irreversíveis para toda a vida. O câncer de colo de útero afeta geralmente mulheres entre 40 e 50 anos, provocando dificuldades em sua vida produtiva, interferindo na criação dos filhos e em toda a dinâmica da família. Também para os homens, se nada for feito, os tumores causados pelo HPV podem ser uma das primeiras causas de morte nas próximas décadas”, afirma Dra. Daniela.

A vacina contra o HPV está disponível nas unidades públicas para meninas dos 9 aos 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, em duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Também podem receber a vacina pessoas com HIV ou imunodepressão, dos 9 aos 26 anos, de ambos os sexos. A imunidade só estará completa quando se toma todas as doses. No caso do HPV, são duas doses para adolescentes e três para imunodeprimidos”.

Eficácia comprovada

A vacinação é pouco efetiva quando a pessoa já teve contato com o vírus – o que acontece principalmente pela relação sexual. “Quando a vacinação é feita em alguém que nunca teve essa exposição, ela é incrivelmente eficaz”. Entretanto, estima-se que entre 30% e 70% das pessoas sexualmente ativas estejam infectadas por pelo menos um tipo do vírus. “Muitas vezes o contato acontece, mas o vírus fica latente, dormindo, não causa infecção nem câncer”.

A médica alerta: “Se a gente vacinar todas as crianças, meninos e meninas no mundo inteiro, talvez o câncer de colo de útero seja algo que não exista mais ou raramente aconteça. Pode ser erradicado do mundo, como a poliomielite. É um sonho que parecia irreal, mas pode ser possível”, comenta Dra. Daniela.

Dra. Daniela Maris Piccoli é médica ginecologista e obstetra e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Novidades na Endocrinologia

(Dra. Morgana R. Rodrigues, comenta sobre essas novidades)

Julho de 2018 Dra Morgana Regina Rodrigues

A ANVISA recentemente liberou a comercialização do AFREZZA, insulina inalatória de ação curta utilizada nas refeições, indicada para o tratamento de Diabetes tipo 1 e tipo2 e não substituindo a Insulina de longa duração. É comercializada em pó, em cartuchos com três tipos de dosagens. Na utilização, o paciente encaixa o cartucho no inalador e aspira o pó. A substância chega rapidamente nos pulmões e é absorvida pela corrente sanguínea, reduzindo os níveis de açúcar.

Dra. Morgana Regina rodrigues, médica endocrinologista, lembra que é contraindicada em pacientes tabagista ou que suspenderam com tempo inferior a seis meses, nos portadores de doenças pulmonares por não ser absorvida adequadamente e deflagrar crises de asma, em menores de 18 anos e nos casos de alergia a insulina.

Os benefícios estão associados a melhor qualidade de vida: facilita o uso da insulina em ocasiões sociais e além de ser pequeno, não necessita de refrigeração, portanto, sendo de fácil transporte. Suas limitações estão no fato de não substituir todas as aplicações de insulina, porém diminui o seu número, na pouca variedade nas dosagens (4, 8 e 12 unidades) e nas suas contraindicações.

Dra. Morgana enfatiza que ainda não há data definida para iniciar sua comercialização.

Dra. Morgana Regina Rodrigues é endocrinologista e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Saiba o que é a Clamídia

(A Ginecologista Dra. Daniela Piccoli explica)

Dra. Daniela

O que é clamídia?

Clamídia é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), que na maioria das vezes causa infecção nos órgãos genitais, mas pode afetar também a garganta e os olhos. Segundo a Dra. Daniela Maris Piccoli, ginecologista e obstetra, pode afetar homens e mulheres com vida sexual ativa. Dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC/2017) mostram que a maioria dos casos acontece em pessoas na faixa etária entre 15 e 24 anos.

Como a clamídia é transmitida?

A clamídia é transmitida por meio do contato sexual (anal, oral ou vaginal) ou pela forma congênita (infecção passada da mãe para o bebê durante a gestação).

Quais são os sintomas da clamídia?

A maioria dos casos da clamídia não apresenta sintomas (em torno de 70% a 80% das situações). Quando presentes, os sintomas mais comuns nas mulheres são:

  • corrimento amarelado ou claro;
  • sangramento espontâneo ou durante as relações sexuais;
  • dor ao urinar e/ou durante as relações sexuais e/ou no baixo ventre (pé da barriga).

Nos homens, os sintomas mais comuns da clamídia são:

  • ardência ao urinar;
  • corrimento uretral com a presença de pus;
  • dor nos testículos.

Quais são as complicações da clamídia?

Quando não tratada, a clamídia pode provocar algumas complicações, como:

  • infertilidade (dificuldade para ter filhos);
  • dor crônica na região pélvica (“dor no pé da barriga”);
  • dor durante as relações sexuais;
  • gravidez tubária (quando ocorre nas trompas);
  • complicações na gestação (parto prematuro, obortamento…)
  • sangramentos vaginais irregulares.

Qual o tratamento para a clamídia?

Segundo a Dra. Daniela, o tratamento da clamídia é feito com o uso de antibióticos, receitados pelo médico conforme cada caso. Com o tratamento adequado é possível erradicar completamente a bactéria. A clamídia pode ser facilmente curada com o uso de antibióticos. No entanto, para garantir a cura total, durante o período de infecção é aconselhado evitar contato sexual desprotegido.

As parcerias sexuais também devem ser avaliadas e orientadas pelo profissional de saúde para evitar nova contaminação.

A melhor forma de prevenir é usar preservativo e a melhor forma de diagnóstico e tratamento é consultar um médico. A Dra. Daniela Maris Piccoli é integrante do corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

Triagem Neonatal- Teste do Pezinho

Rejane Santini Federle - enfermeira

Dia 06/06 foi comemorado o Dia Nacional do Teste do Pezinho. A Triagem Neonatal, popularmente conhecida como o Teste do Pezinho é um exame feito a partir de sangue coletado do bebê que pode ser no calcanhar ou outro local. Ele permite fazer um diagnóstico precoce de diversas doenças congênitas assintomáticas no período neonatal consequentemente impedindo o desenvolvimento de doenças genéticas, metabólicas e infecciosas que podem desencadear sequelas se instaladas no organismo humano e comprometer a qualidade de vida da criança.

De acordo com o Ministério da Saúde é recomendado que seja realizada a coleta entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê.

Segundo a enfermeira Rejane Santini Federle, todas as gestantes devem ser orientadas sobre a importância do teste e devem procurar uma Unidade de Saúde ou laboratório para realizar a coleta dentro do prazo.

O Teste do Pezinho pode diagnosticar condições de saúde como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, hiperplasia adrenal congênita, deficiência da biotinidase, fibrose cística e hemoglobinopatias (doenças que afetam o sangue).

É importante fazer o Teste do Pezinho em todos os recém-nascidos, uma vez que as doenças identificadas pelo exame não apresentam sintomas ao nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem levar à deficiência intelectual e causar sérios prejuízos para a qualidade de vida da criança.

Converse com seu pediatra para saber qual a versão do teste será mais indicada para seu filho.

Está em suas mãos, quem ama cuida.

Rejane Santini Federle é enfermeira e atua na Saúde Center Clínica com o Dr. Mario Blaya (Ginecologista e Obstetra) e Dra. Elenice Mariotto Blaya (Pediatra). Informações pelo telefone 3344-3600.

Você já ouviu falar em Assimetria no Quadril?

(Dr. Bruno – Cirurgião Plástico explica o procedimento)

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ASSIMETRIA NO QUADRIL acontece quando os ossos da bacia apresentam desproporções que podem afetar o resultado final do contorno corporal, principalmente após a abdominoplastia. A assimetria no quadril é comum na população em geral e pode ser responsável pelas aparentes diferenças na altura da cicatriz da abdominoplastia e no volume dessa região após a lipoaspiração dos quadris e flancos.

Um estudo recente, examinou fotos de 100 mulheres para avaliar a existência de assimetria nos quadris dessas pacientes. Quando a assimetria estava presente, esse estudo observava qual lado do quadril estava mais alto. A partir dessa análise verificou-se que 82% das mulheres pesquisadas tinham assimetria no quadril.

Segundo Dr. Bruno Blaya, cirurgião plástico, em geral, as pessoas não enxergam esse desnível em seus próprios quadris, mas após a cirurgia, frequentemente, notam a diferença na altura da cicatriz abdominal ou percebem a desproporção no volume dessa região após a lipoaspiração.

Por isso, a importância em procurar um Cirurgião Plástico competente que explique para seus pacientes as limitações de cada técnica, abdominoplastia e/ou lipoaspiração, na correção desses problemas, uma vez que as discrepâncias esqueléticas (ossos da bacia) não são melhoradas com esses procedimentos.

Dessa maneira, é fundamental discutir assimetria no quadril com o seu cirurgião antes da cirurgia. Conhecendo o seu corpo você pode perceber, por exemplo, o que é excesso de gordura (que pode ser corrigido com abdominoplastia e/ou lipoaspiração) e o que são discrepâncias esqueléticas. Assim, ao esclarecer suas dúvidas, você aumenta a sua satisfação com o resultado final da cirurgia.
Dr. Bruno Blaya é Cirurgião Plástico e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600.

 

CRM/RS 35691

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Hipertensão Arterial se alastra entre os mais jovens

(Dra. Mariza – Cardiologista, comenta sobre o tema)

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A hipertensão arterial configura como o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares que mais matam no Brasil: infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Segundo dados do Ministério da Saúde, a pressão alta (PA) chega a afetar 30 milhões de brasileiros adultos, em uma proporção de um a cada quatro. Segundo a Dra. Mariza Garcia Rosa, médica cardiologista, os números são alarmantes, não só aqui, mas em todo o mundo.
CUIDADOS NA INFÂNCIA 
Chamada pelos médicos de “inimigo oculto” dos adultos e idosos, por sua ação silenciosa, a doença tem se tornado mais preocupante ao atingir, cada vez mais, os jovens. Atualmente, estima-se que a hipertensão já atinja três milhões de crianças e adolescentes dos 3 aos 18 anos de idade, no país.
Para Dra. Mariza, o aumento exponencial de crianças hipertensas pode ser explicado pelo crescimento da obesidade em todo o mundo. A médica ainda destaca que para a definição de pressão arterial normal ou elevada há de se levar em conta variáveis, como sexo, peso, altura e idade, tanto nos mais jovens quanto nos mais velhos.
“É importante frisar que o sedentarismo e hábitos alimentares inadequados têm contribuído diretamente para o aumento dos casos de elevação pressórica, principalmente entre as crianças. Ainda, dados de uma pesquisa americana recente sugerem que a PA elevada é maior em meninos (15%-19%) do que em meninas (7%-12%)”, afirma Dra. Mariza.
De acordo com as recomendações das diretrizes brasileiras e internacionais a pressão arterial deve ser medida em crianças a partir dos três anos de idade, a fim de detectar precocemente a elevação da mesma: “Quando não diagnosticada, a hipertensão arterial promove alterações nos chamados órgãos-alvo da doença hipertensiva. Desse modo, a presença de hipertrofia ventricular esquerda durante a adolescência, por exemplo, pode ser um precursor de arritmias e insuficiência cardíaca na idade adulta, entre outras complicações”.
Dra. Mariza finaliza reforçando que as preocupações devem envolver não apenas a criança, mas toda a família no que diz respeito à mudança alimentar e de estilo de vida. “Os jovens devem ser estimulados a praticar atividade física e manter-se na faixa de normalidade para o peso, dando preferência a alimentos in natura e evitando o consumo de produtos industrializados, embutidos, etc.”, pontua.
Dra. Mariza Garcia Rosa é médica cardiologista e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. Informações pelo telefone 3344-3600

Você tomou a segunda dose da vacina contra o sarampo?

Dr. Johnny D. Zoppas comenta sobre a importância

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Têm sido constantes as notícias sobre o surto de sarampo nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2019, com cerca de 75 casos registrados diariamente. No Brasil, até o momento, a situação está controlada, mas desde 2018 estão surgindo casos que até então não ocorriam com tanta frequência. Na cidade de São Paulo, o terceiro caso de sarampo, um paciente infectado em Israel, foi registrado em meados de maio. Ainda há surtos no Amazonas, no Pará e em Roraima, muito ligados a casos da doença na Venezuela.

O Dr. Johnny D. Zoppas, clínico geral, explica que não há motivo para alarme, mas reforça que é de extrema importância estar com a vacinação em dia para evitar a circulação do vírus no país. O aviso precisa ser reforçado principalmente porque muitas pessoas mais velhas tomaram somente uma dose da vacina. “Uma boa parte das pessoas não tomou a segunda dose, que deve ser administrada ainda na infância. No passado, achava-se que a pessoa estava protegida com apenas uma dose. Tanto é que antigamente, na rede pública, a vacina tinha só uma dose. Mas hoje sabemos que não: é necessária uma segunda dose. Então, pessoas que estão na casa dos 30, 40 anos, podem não estar com a vacinação em dia”, esclarece.

Somente a partir do ano 2000 o Ministério da Saúde estabeleceu uma segunda dose da vacina contra o sarampo. Atualmente, a vacina é trivalente (imuniza contra três doenças: sarampo, rubéola e caxumba). A primeira dose deve ser dada aos 12 meses de idade, e a segunda, três meses após a primeira dose.

Outro fator que contribui para que haja indivíduos vulneráveis é que, como o vírus do sarampo havia sido erradicado do país e a doença “deixou de ocorrer”, muitas pessoas acharam que estavam seguras e deixaram de se vacinar. É importante lembrar que caso a imunização não tenha sido realizada nas idades recomendadas, não há problema: é possível atualizar as vacinas em qualquer idade. “É importante dar uma olhada na carteira de vacinação para ver se está tudo em dia. Se não houver registro da vacina ou você não recordar se tomou as doses ou não, procure o posto para receber a vacina. Na dúvida, é melhor tomar”, orienta Dr. Johnny.

Dr. Johnny Zoppas é clínico e cirurgião e integra o corpo clínico da Saúde Center Clínica de Tapejara. In formações pelo telefone 3344-3600.